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Arthur Nogueira (Belém, 1988) é cantor, compositor e produtor musical. 


Considerado o artista contemporâneo responsável por “renovar a tradição dos poetas na canção brasileira” (O Globo), lançou cinco álbuns próprios e compôs melodias para versos de grandes nomes do mundo. 


Aos 32 anos, é autor de músicas sobre poemas de Antonio Cicero, Adília Lopes (Portugal), Adonis (Síria) e Rose Ausländer (Bucovina). Suas canções foram interpretadas por grandes vozes, como Gal Costa (“Sem Medo Nem Esperança”), Fafá de Belém (“Ave do Amor”) e Cida Moreira (“Preciso Cantar”). Dentre outros títulos, lançou os álbuns: “Sem medo nem esperança” (2015), “Presente (Antonio Cicero 70)” (2016) e “Rei Ninguém” (2017).

Com patrocínio Natura Musical, “Rei Ninguém”, chegou ao mercado nos formatos CD e LP, tendo sido indicado ao 19th Latin Grammy na categoria Best Engineered Album. Nesse disco gravado ao vivo no estúdio, o compositor abriu novos caminhos poéticos para sua música, ao criar canções sobre poemas de Eucanaã Ferraz ("Papel Tesoura e Cola") e Rose Ausländer ("Ninguém") e verter para o português um clássico de Bob Dylan, "You're gonna make me lonesome when you go" (1974), que virou "Vou ficar tão só se você se for".    
 
Em 2019, lançou o EP de voz e violão "Coragem de Poeta", com releituras de Cazuza e Frejat ("Eu queria ter uma bomba"), Renato Russo ("Por enquanto"), María Elena Walsh ("Como la cigarra") e Orlando Morais com Antonio Cicero ("O circo"). O projeto resultou em sua primeira turnê solo na Europa, em Paris, Londres e Berlim.

Em 2020, Arthur Nogueira voltou a apresentar novas canções próprias, em parcerias inéditas. Nos singles liberados mensalmente nas plataformas digitais, sua música ganhou letras escritas por Fernanda Takai ("Pontal"), Zélia Duncan ("Dessas Manhãs Sem Amor") e Ronaldo Bastos ("Por Linhas Tortas").

Como produtor musical, assina os álbuns "Humana" (2019), de Fafá de Belém, e "Só" (2020), de Adriana Calcanhotto, composto e gravado no período de isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus.

 

Em 2021, dedica-se a dois projetos: "Sucesso Bendito: Arthur Nogueira canta Caetano Veloso", álbum de voz e violão; e "Brasileiro profundo", novo álbum autoral, em que reúne suas composições mais recentes.

Fotografia de Ana Alexandrino